EDITORIAL:
THIAGO: Em uma semana em que ficou acertada, após quase duas horas de reunião, a transferência do Pronto Socorro para responsabilidade da Prefeitura de Monlevade, o jornal da Cultura estuda a mudança. Quais são os impactos financeiros e políticos. A população será beneficiada ou não? O que muda na realidade do Pronto Socorro? Isso e muito mais você acompanha agora, no Jornal da Cultura.
Contador alerta: custo do Pronto Socorro do Margarida pode quase dobrar nas mãos da Prefeitura
THIAGO: O contador e consultor financeiro do hospital Margarida Delci Couto analisa os impactos para o município com o fato da Prefeitura assumir o Pronto Socorro do Hospital Margarida. Segundo Delci Couto, o aumento do custo do Pronto Socorro seria de, no mínimo, 160 mil reais por mês. Passando de 300 mil reais para 460 mil reais mensais. Isso porque o hospital Margarida possui título de utilidade pública por ser uma instituição filantrópica e fica livre de encargos trabalhistas e previdenciários. Na hipótese da Prefeitura assumir, como anunciou o prefeito, todos esses custos teriam de ser agregados para oferecer o mesmo serviço. A Prefeitura teria de fichar todos os profissionais e arcar com os custos trabalhistas e de INSS. Hoje, os profissionais do Margarida recebem pró-labore.
Outras alternativas poderiam ser implantadas, mas com riscos que não justificariam a mudança de gestão. Uma delas seria unificar o Pronto Socorro com o Pronto Atendimento. Mas, neste caso, pode haver superlotação e diminuição do número de médicos. A terceirização seria uma outra possibilidade, porém, com os mesmos riscos já avaliados na atual gestão, apenas havendo transferência de responsabilidade. Para o especialista Delci Couto, a transição do Pronto Socorro para a Prefeitura será ruim para o município. Para ele, o ideal seria manter sob gestão do Margarida, aumentando o repasse que cobre o déficit atual de 40 mil reais. Delci Couto também afirma que o único setor que dá um grande prejuízo ao Margarida é o Pronto Socorro, que ele classifica como o grande gargalo da unidade hospitalar. 11557.
CINARA: Apesar da Prefeitura assumir o Pronto Socorro do hospital Margarida, todos os outros setores ficarão a cargo da Associação São Vicente de Paulo e do provedor e o empresário Lucien Marques. Segundo o provedor, o fato da Prefeitura assumir o Pronto Socorro não muda em nada os investimentos já planejados e garantidos para o hospital Margarida. Dentre as novidades está a construção de um prédio anexo que segue o ritmo das obras e de um CTI (Centro de Tratamento Intensivo). Os recursos para a obra foram garantidos pelo deputado estadual, Mauri Torres e ultrapassam os 7 milhões de reais.
COBAP divulga lista de traidores dos aposentados
CINARA: A Cobap, Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas divulgou uma lista intitulada de “traidores dos aposentados”. A lista possui nomes de deputados que votaram contra projetos que visavam beneficiar a classe e foram reprovados no Congresso, sob articulação do Governo Lula.
O alerta foi divulgado e é distribuído por todo o país. Ele surgiu após a reprovação de uma emenda de autoria do deputado Márcio França (PSB-SP).
THIAGO: A emenda é relativa ao substitutivo ao Projeto de Lei 5940/09, que reserva 5% dos recursos de combate à pobreza previstos no fundo social do pré-sal para recompor as perdas das aposentadorias superiores a um salário mínimo. A COPAB acusa a base governista de votar contra a classe. O PT e o PMDB apresentaram emenda alternativa para que os referidos 5% destinados aos aposentados fossem destinados à Previdência Social, sem especificar o uso do recurso. Apesar de derrotada, a emenda alternativa contou com 92 votos favoráveis.
Ironicamente, a lista do que a COBAP classifica como traidores dos aposentados possui grande maioria do Partido dos Trabalhadores (o PT). 51 petistas votaram contra a emenda. O PMDB é o segundo partido com mais votos contrários: 27. Além do PMDB e do PT, 2 deputados do PP, 3 do PTB, 3 do PSB, um do DEM e nenhum do PSDB, votaram contra a emenda.
CINARA: O Governo de Minas, por meio da Secretaria Estadual de Saúde, lançou o programa “Componente Verde da rede Farmácia de Minas”. A proposta pretende ampliar as opções terapêuticas aos usuários do SUS, oferecendo plantas medicinais e medicamentos homeopáticos. A Farmacêutica Especializada em Plantas Medicinais, Ana Cimbleris, explica a diferença entre os medicamentos fitoterápicos e homeopáticos. Direto de Belo Horizonte, Repórter Mateus Santana. 11558
Nota de RODAPÉ: THIAGO: O programa “Componente Verde na Farmácia de Minas”, pré selecionou vinte e uma plantas medicinais e fitoterápicos, baseadas em critérios de avaliação científica, segurança, qualidade e eficácia.
ENTREVISTA
PERGUNTAS ASSOCIACAO DOS AMIGOS DA ACM
Uma das promessas do plano de Governo do atual prefeito municipal era a compra da ACM. Hoje, mais de um ano após assumir o cargo qual é a situação?
A ACM foi tombada pelo Governo Carlos Moreira como patrimônio histórico do município. Existe hoje preocupação da Prefeitura com o clube. Como está o estado de conservação da entidade?
O que a Associação dos Amigos da ACM desejam?
Qual seria a saída para o impasse?
quarta-feira, 3 de março de 2010
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